Auxílio- Doença: 10 Doenças que garantem o benefício.
Você está doente, não consegue trabalhar e quer saber se tem direito ao auxílio-doença?
Essa é uma dúvida comum.
Muitas pessoas enfrentam problemas de saúde, mas não sabem se a doença em questão permite o recebimento do benefício do INSS.
Pensando nisso, prepararei esse artigo.
Como advogada previdenciária, eu explico as 10 Doenças que garantem o benefício.
Dá só uma olhada:
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O que é o Auxílio- Doença?
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10 Doenças que garantem o direito ao benefício.
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O que precisa para solicitar o Auxílio- Doença?
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10 Doenças que garantem o benefício: Precisa de advogado para solicitar o Auxílio- Doença?
Então, vamos ao que interessa?
1. O que é o Auxílio- Doença?
Antes de tudo, é preciso entender direitinho o que é o Auxílio- Doença.
O auxílio-doença é um benefício pago pelo INSS ao segurado que está temporariamente incapaz para o trabalho por motivo de saúde.
Ele existe para garantir uma fonte de renda durante o período em que a pessoa não consegue exercer suas atividades profissionais.
Esse benefício é concedido somente após perícia médica do INSS, que avalia se a doença ou acidente realmente impede o segurado de trabalhar.
Não importa qual seja a doença.
O essencial é comprovar que ela afastou o trabalhador das suas funções por mais de 15 dias.
Pois bem. Feitos esses esclarecimentos…
2. 10 Doenças que garantem o benefício
O INSS não trabalha com uma lista fechada de doenças.
O que importa é se a condição afasta você do trabalho.
No entanto, algumas doenças são mais frequentes nos pedidos.
Como advogada previdenciária, eu explico as 10 Doenças que garantem o benefício:
1. Depressão e transtornos de ansiedade
A saúde mental tem sido uma das principais causas de afastamento no Brasil.
Casos de:
- Depressão moderada ou grave
- Síndrome do pânico
- Transtornos de ansiedade generalizada
Podem incapacitar totalmente o trabalhador.
Essas doenças dificultam a concentração, o raciocínio e o convívio social.
Em atividades que exigem foco, pressão ou contato com o público, o prejuízo é ainda maior.
Se houver diagnóstico e tratamento, e o médico entender que há incapacidade, o INSS deve conceder o benefício.
2. Hérnia de disco e lombalgia
Doenças da coluna, como:
- Hérnia de disco
- Lombalgia e
- Cervicalgia
São causas frequentes de afastamento.
A dor intensa, a limitação de movimentos e a dificuldade para caminhar, carregar peso ou se manter sentado por longos períodos impedem o trabalho.
Essas doenças exigem repouso, fisioterapia ou até cirurgia.
Com laudos atualizados e exames de imagem, o INSS costuma reconhecer a incapacidade
3. Lesões por esforço repetitivo (LER/DORT)
- Tendinite
- Bursite e
- outras lesões causadas por movimentos repetitivos afetam principalmente trabalhadores de escritório, produção ou que usam muito as mãos
Essas doenças provocam dor, inchaço e perda de força.
Se não tratadas, podem causar sequelas.
O auxílio-doença é devido enquanto durar a incapacidade funcional.
4. Câncer (neoplasias malignas)
Pacientes em tratamento de câncer têm direito ao auxílio-doença, mesmo que não tenham completado as 12 contribuições mínimas.
Esse é um dos casos de isenção da carência.
A quimioterapia, radioterapia e os efeitos colaterais impedem o trabalho, ainda que por períodos alternados.
O laudo médico detalhado é essencial nesse caso.
5. Doenças cardíacas graves
- Infarto
- Insuficiência cardíaca
- Arritmias e
- Outras doenças cardiovasculares podem gerar incapacidade parcial ou total
O risco de esforço físico ou de estresse exige acompanhamento médico e repouso.
O INSS reconhece esses casos quando há documentação médica completa.
6. Doenças autoimunes
- Lúpus
- Artrite reumatoide
- Esclerose múltipla e
- Outras doenças autoimunes afetam o sistema imunológico e causam sintomas variados, como dores, fadiga intensa e crises periódicas
Essas doenças, muitas vezes invisíveis, causam incapacidade funcional e exigem afastamento, especialmente em crises agudas.
7. Diabetes descompensada
Quando o diabetes não está controlado e causa:
- Crises
- Perda de visão
- Infecções ou outras complicações
Pode impedir o trabalhador de exercer suas funções com segurança.
O INSS analisa o histórico médico e os exames para verificar se há incapacidade no caso concreto.
8. Doenças respiratórias graves
Asma severa
DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica)
e outras condições respiratórias crônicas podem ser incapacitantes, especialmente quando o trabalho exige esforço físico ou exposição a poeira, produtos químicos ou variações de temperatura.
9. Transtornos neurológicos
Acidente vascular cerebral (AVC)
Epilepsia de difícil controle e sequelas neurológicas causam redução da capacidade cognitiva ou motora
Nesses casos, o afastamento costuma ser reconhecido pelo INSS quando há exames e laudos que comprovam a limitação.
10. Fraturas e cirurgias ortopédicas
Fraturas que exigem imobilização, cirurgia e reabilitação afastam o trabalhador por tempo determinado.
Mesmo após a cirurgia, é comum o médico indicar repouso e fisioterapia.
O INSS pode conceder o auxílio-doença enquanto durar a recuperação.
Agora, atenção!
O INSS não avalia apenas a doença.
Ele analisa se você está incapacitado para o seu trabalho habitual.
Por isso, muitos pedidos são negados, mesmo com laudo médico.
E é aí que contar com o auxílio de um advogado previdenciário faz toda a diferença.
3. O que precisa para solicitar o Auxílio- Doença?
Como advogada previdenciária, eu explico tudo o que é necessário para solicitar o Auxílio- Doença: requisitos legais, documentos e cuidados importantes para não ter o pedido negado.
1. Requisitos para receber o Auxílio- Doença
O auxílio-doença é concedido ao segurado do INSS que esteja temporariamente incapaz para o trabalho.
Para ter direito, é preciso cumprir três exigências básicas:
Qualidade de segurado
Você precisa estar vinculado ao INSS. Ou seja, estar contribuindo como:
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Empregado com carteira assinada
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Contribuinte individual: Autônomo ou MEI
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Facultativo
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Empregado doméstico
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Trabalhador avulso
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Segurado especial (trabalhador rural)
Se parou de contribuir, pode ter direito ainda, desde que esteja no período de graça (de 12 a 36 meses após a última contribuição, conforme o caso).
Carência mínima de 12 contribuições mensais
Você precisa ter, no mínimo, 12 meses de contribuição para ter direito ao auxílio-doença.
Mas há exceções, onde não é exigida carência:
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Acidentes de qualquer natureza
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Doenças graves previstas em lei: Como câncer, AIDS, esclerose múltipla, entre outras
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Incapacidade temporária para o trabalho
É necessário comprovar, por meio de laudos médicos e exames, que a doença impede você de trabalhar.
Não importa o nome da doença, mas sim se ela impossibilita o exercício da atividade profissional.
A incapacidade será avaliada em perícia médica do INSS.
2. Documentos necessários
Para dar entrada no pedido, você deve reunir os seguintes documentos:
Documentos pessoais
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RG e CPF
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Carteira de trabalho
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Comprovante de residência
Comprovação de contribuições
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Carnês de contribuição: Se for contribuinte individual ou facultativo)
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Extrato de contribuições do INSS (CNIS)
Documentos médicos
Este é o ponto mais importante.
Os documentos médicos devem ser completos e atualizados. Inclua:
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Laudo médico com CID (Classificação Internacional de Doenças)
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Atestado médico com data de início do afastamento e período estimado de repouso
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Exames que comprovem a doença: Exames de sangue, raio-X, ressonância, tomografia, etc
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Relatório médico detalhado explicando o impacto da doença na sua capacidade de trabalho
A qualidade desses documentos faz toda a diferença na hora da perícia.
?Anotou tudo aí?
O ideal, é buscar o auxílio de um advogado previdenciário, para analisar o seu caso direitinho e juntar toda a papelada necessária para solicitar o Auxílio- Doença.
4. 10 Doenças que garantem o benefício: Precisa de advogado para solicitar o Auxílio- Doença?
A lei permite que o próprio segurado faça o pedido pelo site ou aplicativo do Meu INSS.
Porém, isso não significa que é simples.
Na prática, o auxílio-doença é um benefício técnico.
O sucesso do pedido depende de documentos médicos detalhados, entendimento das regras do INSS e conhecimento jurídico.
Por isso, contar com um advogado previdenciário é fundamental.
Por que o advogado deve ser especialista?
O INSS tem regras próprias.
E nem sempre o que parece justo está previsto na lei.
Um advogado comum pode não conhecer as normas específicas da Previdência.
Já um advogado previdenciário entende:
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Como o INSS analisa os pedidos
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O que deve constar no laudo médico
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Como agir em caso de negativa
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Quando recorrer ou entrar com ação judicial
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Como garantir a manutenção do benefício
Especialização traz segurança jurídica. Evita erros e aumenta as chances de sucesso no processo como:
Erro na escolha do benefício
Muitos segurados confundem Auxílio-Doença com outros benefícios, como aposentadoria por invalidez ou auxílio-acidente.
Perda de prazos
Sem orientação, o segurado pode perder prazos de recurso ou não saber como agir após a perícia.
Valor do benefício calculado de forma errada
O INSS pode fixar um valor abaixo do correto. Um advogado verifica se a conta está certa.
Dificuldade em provar a incapacidade
Mesmo doente, o segurado precisa apresentar provas objetivas. Isso exige estratégia e técnica jurídica.
Conclusão
Se você chegou até aqui, já entendeu que diversas doenças podem sim dar direito ao auxílio-doença.
Mas também percebeu que não basta estar doente.
É preciso comprovar a incapacidade para o trabalho com documentos médicos e seguir corretamente os procedimentos exigidos pelo INSS.
E que as 10 Doenças mais comuns que garantem o benefício são:
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Depressão e transtornos de ansiedade
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Hérnia de disco e lombalgia
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Lesões por esforço repetitivo (LER/DORT)
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Câncer (neoplasias malignas)
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Doenças cardíacas graves
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Doenças autoimunes
-
Diabetes descompensada
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Doenças respiratórias graves
-
Transtornos neurológicos
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Fraturas e cirurgias ortopédicas
Cada detalhe importa: o tipo de laudo, o conteúdo do atestado, a forma como a perícia é conduzida.
E é justamente aí que o apoio de um advogado previdenciário se torna fundamental.
Agora que você sabe a resposta para Auxílio- Doença 10 Doenças que garantem o benefício é recomendado contar com a ajuda de especialistas em direito previdenciário para garantir os seus direitos junto ao INSS.
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Se você está doente, incapacitado para trabalhar e não sabe por onde começar, estamos aqui para ajudar. Os seus direitos precisam ser respeitados.
Até a próxima.
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